(Maurizio, E. Cabrera e Maqueda)
A peça celebra o patrocínio oficial da empresa aos pilotos da F1 de toda a América Latina. Checo Pérez, Franco Colapinto e Gabriel unidos pelo gigante latino do ecossistema phygital de vendas da atualidade.
🇲🇽🇦🇷🇧🇷 A empresa número um da Latam e a 49ª marca mais valiosa do mundo (à frente da Disney) dá uma verdadeira cátedra sobre o que significa, hoje, um Ecossistema de Marca:
Para além de um spot brilhante — com continuidade, "caprichos" e padrões narrativos herdados de outros comerciais do Mercado Livre na F1 (o que o coloca em um nível de roteiro típico de geniais franquias como Os Simpsons, Star Wars ou Stranger Things) —, a campanha consolida um ecossistema de marca liderado por um processo estratégico de Head of Culture e por uma agência argentina (hoje líder mundial) absolutamente assombrosa: estamos falando, claro, da GUT.
O Mercado Livre é uma empresa tech que aposta tanto em fulfillment quanto em sponsoring, em logística própria com aviões e caminhões, e também em cultura publicitária. Bem-vindos ao mundo do ecossistema phygital de marca.
O Mérito De Ser, Hoje, A Marca #49 Do Mundo: A Marca Que Entende Tudo — E Que, Quando Erra, Pensa Também Como Head of Culture, E Não Apenas Como Core Tech
O Mercado Livre não é chinês, não é norte-americano, não é alemão, nem é japonês… então por que justamente ele consegue fazer e entender o que a maioria das empresas da Argentina, do Brasil e do México não quer compreender? (independentemente do tamanho ou do setor).
Por que, mesmo tendo ficado muito aquém daquilo que se esperaria de uma marca #49 do mundo em investimento publicitário, marketing, sponsoring, eventos e Head of Culture, aprendeu rapidíssimo e investiu muito mais em seguida — mesmo perdendo naquele momento e no curto prazo?
Por que, quando as empresas chinesas de e-commerce, em poucos meses, literalmente o fizeram cambalear, ele foi até a China, investiu localmente, instalou um mega centro de fulfillment naquele país e, em paralelo, abriu mais centros de fulfillment em Buenos Aires, no Brasil e no México?
Por que uma empresa argentina entende que já não é apenas argentina, e sim latino-americana — e, naturalmente, internacional —, joga e aceita as regras do mundo em todos os sentidos, e patrocina com toda a paixão na F1 também os representantes do México e do Brasil?
Por que o MeLi, sendo uma empresa "online", acredita tanto no "offline" e na cultura, na logística, na presença real, na paixão humana, na arte, no OOH, no sponsoring, nos eventos — no ecossistema phygital?
Por que as empresas (não importa o porte, a idade, o país ou o setor) que entendem o sistema de expansão de experiências da F1 em milhares de conteúdos, eventos, ativações, promoções, phygitalidade e ecossistemas de marca crescem?
O que todas nós, marcas que fomos bem-sucedidas até ontem, precisamos reaprender?
O Mercado Livre parece ter todas as respostas.
Assista ao spot aqui: 👉 https://www.instagram.com/reel/DYjvbv4x0Gd/
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