Expectativa Mundial: América Latina Foca na Proteção Contra Fraudes Digitais — A Outra Pandemia que Disrupta a Economia Global

(Por Luciano Monchiero, Diretor de Pós-Graduação em Cibercrime – Universidade Siglo 21, Córdoba, Argentina) O crime digital tornou-se uma das maiores ameaças econômicas do século XXI. Em 2024, consumidores nos EUA relataram perdas superiores a US$ 12,5 bilhões, segundo a Federal Trade Commission (FTC), representando um aumento de 25% em relação ao ano anterior. 

Conteúdo de valor estratégico: leitura de 3 minutos

 

O fenômeno não desacelera, pelo contrário: está se intensificando

 

A tendência está se agravando. A Conferência de Cibersegurança de Córdoba 2025, marcada para 10 de junho, na Universidade Siglo 21, na Argentina, surge como uma resposta estratégica de academia, governo e setor privado a esse cenário de ameaças crescentes.



Fraudes cada vez mais sofisticadas e bilionárias

 

Esquemas de investimento disfarçados de oportunidades, difundidos por redes sociais, plataformas de mensagens e sites aparentemente confiáveis, lideraram as perdas em 2024, totalizando US$ 5,7 bilhões. 

E a previsão para o futuro é ainda mais alarmante: um relatório recente da Deloitte estima que fraudes alimentadas por inteligência artificial generativa — como deepfakes e chatbots ultra-realistas — podem custar até US$ 40 bilhões à economia dos EUA até 2027.

 

América Latina no alvo: vulnerável e em crescimento

 

Embora muitas vezes associada a países desenvolvidos, a América Latina também está na mira. Em 2024, fraudes por transferências bancárias na região ultrapassaram US$ 275 milhões, superando os prejuízos ligados a criptomoedas. 

A situação se agrava pela fragilidade da infraestrutura digital e pela escassez de uma cultura organizacional robusta de cibersegurança — especialmente entre pequenas e médias empresas.



O custo invisível: reputação, confiança e sustentabilidade

 

Quando ocorre um golpe, o impacto vai muito além do financeiro. Danos à reputação podem ser devastadores: perda de confiança do cliente, conflitos legais, rupturas de alianças comerciais e, no pior cenário, o encerramento total das operações. 

As PMEs, em particular, estão vulneráveis. Muitas não dispõem de equipes treinadas ou protocolos atualizados para combater ameaças como phishing, ransomware-as-a-service (RaaS) ou deepfakes corporativos.

 

 

Cibersegurança: investimento urgente, não mais opcional

 

Hoje, mais do que nunca, a cibersegurança deve estar no centro da estratégia organizacional. Não basta instalar softwares — é essencial formar equipes, elevar a consciência e cultivar uma cultura digital forte. 

As maiores fraudes do último ano não foram apenas tecnicamente sofisticadas: tiveram sucesso porque alguém acreditou em e-mails, mensagens ou vídeos manipulados. 

Quem não entender essa dinâmica fica exposto a riscos sistêmicos cada vez mais difíceis de conter.



 

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Conferência de Cibersegurança de Córdoba 2025: uma resposta baseada em conhecimento

 

Nesse cenário crítico, a Conferência de Cibersegurança de Córdoba 2025, que acontecerá no dia 10 de junho na Universidade Siglo 21, representa uma iniciativa estratégica de integração entre academia, governo e setor empresarial. 

 

O evento reunirá especialistas internacionais, empresas, órgãos públicos e líderes de tecnologia para abordar o combate ao crime digital de forma multidisciplinar e colaborativa. 

Principais tópicos: 

 

  • O impacto econômico de fraudes alimentadas por IA 

 

  • Ferramentas acessíveis para proteger PMEs 

 

  • Novas regulações e desafios de compliance digital 

 

  • Casos reais de fraudes bancárias e lições aprendidas

 

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Ignorar não é mais uma opção

Fraudes digitais não têm fronteiras, setores ou tamanhos de empresas. A cada minuto de inação, os criminosos ganham vantagem. 

Por isso, convidamos empreendedores, executivos, investidores e líderes de tecnologia a ampliar a conscientização, buscar capacitação e agir. Porque a única forma de enfrentar essa ameaça global é com uma resposta coordenada, baseada em conhecimento e colaboração internacional.

 

 

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