Kylie Jenner e SKIMS: Por que esta campanha não é apenas moda (mais uma amostra da complexa era das colaborações, phygitalidade e ecossistemas de marca)

(Por Vera-Rotmistrovsky e Maurizio- E.E. Cabrera) MIAMI, 12 de fevereiro de 2026 – Esta colaboração, aparentemente simples, é na verdade um caso de estudo em estratégia de expansão de categorias, uso inteligente de celebridades e – sobretudo – uma lição magistral em como conectar o físico e o digital na mente do consumidor.

(Leitura de valor, 4 minutos, material ideal para compartilhar)

Não se trata apenas de roupa íntima de algodão. Trata-se de redefinir o cotidiano numa era onde o comum já não vende.

Quando Kylie Jenner publicou o primeiro teaser da campanha “Everyday Cotton” da SKIMS, não apenas quebrou a Internet: desnudou as regras não escritas do marketing phygital moderno.

 

 

O Poder do Cotidiano: Quando um Básico se Torna Objeto de Desejo

Kim Kardashian não construiu a SKIMS como uma marca de moda tradicional. Concebeu-a – desde o início – como um ecossistema de soluções. Como bem destacou em seu livro Branding the Future, “a moda já não é o que você veste; é como ela te faz sentir”. E nisso, a coleção “Everyday Cotton” é pura genialidade estratégica.

Kylie Jenner, por sua vez, não é apenas um rosto. É um algoritmo com pernas bonitas. Com mais de 800 milhões de seguidores nas redes, sua capacidade de influência é calculada ao milímetro. Sua participação não é casual: é um movimento calculado para reconquistar um público que busca autenticidade no meio do ruído digital.



 

Os 7 Dicas Estratégicas que Todo Diretor de Marketing Deveria Roubar Desta Campanha

  1. Transforme o ordinário em extraordinário: o algodão não é sexy… até que Kylie Jenner o use.

  2. Celebridade ≠ Influenciador: Kylie não “promove”; ela encarna. Há uma diferença psicológica crucial.

  3. O produto é apenas o início: a SKIMS não vende roupa íntima; vende conforto, autoestima, pertencimento.

  4. O timing é tudo: lançar em fevereiro, pós-Super Bowl e pré-verão, é pura inteligência de consumo.

  5. Menos é mais: 10 peças, 5 cores. Simplificação num mundo sobresaturado.

  6. Crie mundos, não campanhas: a fotografia, o tom, a narrativa… tudo constrói um universo coeso.

  7. A transparência é o novo luxo: algodão respirável, elástico, honesto. O consumidor de 2026 valoriza a verdade.

 

 

O Fator Miami: Onde o Estilo de Vida se Transforma em Conteúdo

Miami não é apenas um lugar; é um estado mental. Aqui, o fitness, a praia, a arte e o empreendedorismo se misturam numa coqueteleira cultural que marcas como a SKIMS entendem perfeitamente. Não é coincidência que figuras como Kylie ou Kim tenham residências aqui: Miami é o laboratório perfeito para testar tendências globais.

Conversamos com Elena Torres, estrategista de branding especializada em retail no Wynwood:

“As marcas que triunfam aqui são as que conseguem fundir aspiração com acessibilidade. A SKIMS faz isso perfeitamente: é premium mas não inalcançável; é cotidiana mas desejável”.

 

Para Onde Tudo Isso Vai: O Futuro do Marketing é Emocional, Não Transacional

A campanha da SKIMS e Kylie Jenner não é uma exceção: é a nova regra. Segundo um estudo da Harvard Business Review citado no livro Phygital Trends 2026, 73% das decisões de compra em 2026 se basearão em conexões emocionais, não em características do produto.

O consumidor já não compra coisas: compra experiências, identidades e soluções. E a SKIMS sabe disso.

Em Conclusão: Você Não Está Vendendo, Está Seduzindo

Se há algo que devemos aprender desta campanha é que o marketing do futuro não se trata de gritar mais alto, mas de sussurrar melhor. De criar narrativas que se infiltrem na vida diária do consumidor sem que ele sequer perceba.

Kylie Jenner não está posando com roupa íntima. Está vendendo uma versão idealizada do cotidiano. E isso, em 2026, vale mais que qualquer anúncio televisivo.

 

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